Não sei qual será minha dor amanhã.
Não sei se haverá alegria.
Há dúvida no que fazer.
Há pergunta sobre o que imaginar.
Será que irei me segurar?
Ou deixo meus 'sentimentos soltos' como sempre?
Interrogações sempre presente.
E todas as respostas próximas.
Só não quero enxergá-las.
O medo, o receio, o anseio.
A demora, a incerteza, a insegurança.
Tudo isso sai de mim. Causa minha.
Ninguém mais.
(Gerlania Almeida)
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